Na ultima semana, um homem ligou para às Secretarias de Educação e Saúde do município de Piratini/RS, se passando por juiz de direito, informando que estaria atendendo na cidade, precisando assim do contato de um motorista particular apenas para fazer pequenos percursos durante os três dias que estaria no município.
Após obter o número telefônico do motorista, o estelionatário geralmente procede da seguinte forma: entra em contato oferecendo uma remuneração atraente. Após a vítima passar os dados pessoais e bancários para o estelionatário, via aplicativo de mensagens, o golpista confirma a contratação e chega a enviar um comprovante de transferência, um valor superior ao combinado.
A partir do momento que a vítima confirma que recebeu o comprovante, ele solicita a transferência (estorno) do valor excedido, dizendo que fez o depósito errado e que o valor é para pagamento de seguranças. Só que o valor do comprovante nunca chega na conta bancária da vítima.
Dois casos foram registrados com a mesma dinâmica. O último caso registrado na tarde de segunda-feira (2), o falsário pediu para a vítima dez recargas telefônicas, neste momento a vítima desconfiou e foi ao fórum. Ao averiguar, confirmou suas suspeitas, tratava-se de um golpe.
A Polícia Civil alerta que o fóruns e juízes não fazem este tipo de oferta, muito menos pedir recargas telefônicas, transferência ou depósito bancário.
Importante salientar que não se faça depósitos ou transferências para desconhecidos, principalmente não fornecer seus dados pessoais quando surgem ofertas com valores chamativos.
O estelionatário aplicou o golpe em pelo menos três motoristas da localidade.
Fonte: Piratini News





















































