A Polícia Civil está apurando a venda de carne de cavalo em quatro restaurantes do Sul catarinense. Segundo as investigações, o produto era vendido como se fosse bovino.
O grupo que produzia as carnes foi alvo de uma operação em setembro. Na época, sete pessoas foram presas.
Um ofício assinado pelo delegado Marcos Neves no dia 7 de outubro solicita que a Vigilância Sanitária faça inspeção nos quatro locais. No documento, o delegado diz que as investigações identificaram que os estabelecimentos “possivelmente comercializavam carne animal imprópria para o consumo”.
Os restaurantes ficam em Içara, Criciúma e Laguna. Os estabelecimentos não foram fechados pela polícia e devem passar por inspeção sanitária. O documento foi anexado ao processo que está em andamento na Justiça.
Segundo o delegado, o pedido foi feito durante as investigações da operação Hefesto e estava em sigilo até então.
Relembre o caso
A operação Hefesto foi deflagrada em setembro deste ano. Foram apreendidos mais de 520 quilos de carne no CTG Herança do Velho Pai, em Morro da Fumaça.
Além da carne, foram encontradas e recolhidas drogas, armas e dinheiro. A maioria das buscas aconteceu no CTG Herança do Velho Pai, no Bairro Frasson.
As investigações começaram em maio de 2021 e conectam a possível venda ilegal aos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, receptação e furto de gado.
Fonte: NSC Total │ Foto: Polícia Civil
SC: hospital recebe denúncia após mofo e sujeira tomarem conta de ala

O Hospital Regional Hans Dieter Schmidt de Joinville recebeu denúncia após a acompanhante de uma paciente publicar nas redes sociais fotos da ala de cardiologia da instituição.
A publicação foi feita na sexta-feira, dia 15, por Val Meurer Silva, que é moradora de Balneário Barra do Sul e acompanha a mãe, de 80 anos, que está internada há 20 dias. A postagens tem vários compatilhamentos e comentários sobre a situação do hospital.
“Uma pessoa idosa que precisa de cuidados especiais não pode ficar num lugar desses. Parabenizo os médicos e enfermeiras pelo ótimo trabalho que fazem, apesar da precariedade da estrutura”, declarou Val.
No mesmo dia da denúncia, a mãe de Val e os demais pacientes da ala foram transferidos para outros setores do hospital para que pudesse ser feita a limpeza do ambiente.
A Secretaria de Estado da Saúde, responsável pelo hospital, publicou uma nota sobre o ocorrido, veja abaixo:
O Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, de Joinville, informa que a limpeza do quarto em questão já estava programada para ocorrer neste final de semana, sendo que em alguns locais a limpeza já foi finalizada. O setor fica em uma área adjacente à mata e, consequentemente, facilita a propagação de mofo. Além do mais, a grande quantidade de chuvas nas últimas três semanas em Joinville agravou a situação.
O HRHDS ressalta que a alta procura por leitos na instituição demanda uma organização entre diversos setores e processos para que os leitos possam ser bloqueados e paredes e teto consigam ser higienizados, visto que é necessário o uso de produtos químicos com forte odor, o que pode causar desconforto e sensibilidade.

Fonte: ND Mais │ Fotos: Val Meurer/ND Mais






















































