Proprietária de loja de Getúlio Vargas é lesada em R$2.593,00 no golpe do Pix falso, acusada é de Tapejara

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Diego Camargo

A proprietária de uma loja de produtos para salão de beleza de Getúlio Vargas, procurou o Portal Tchê, para denunciar que foi vítima de um golpe. Na sexta-feira, dia 19/08, uma funcionária da loja, atendeu pelo whatsapp, uma “cliente” que se identificou com um determinado nome e solicitou o preço de alguns produtos. Em seguida, fez o pedido de alguns itens, que totalizaram R$241,00 e pediu para a atendente que mandasse os produtos para a rodoviária, para que fosse encaminhado pelo ônibus para o município de Tapejara. Como comprovante de pagamento, a “cliente” enviou para a atendente um print da tela do celular, indicando que havia feito o pagamento, através de um PIX.

No sábado, dia 20/08, a mesma “cliente” entrou em contato novamente, para mostrar que recebeu o produto, e fazer um novo pedido, dessa vez de R$265,80, e adotou a mesma forma de comprovar o pagamento das mercadorias.

Na segunda-feira, dia 22, outro número de telefone entrou em contato, informando outro nome, que seria o da acusada. Essa “cliente” realizou um pedido de R$424,00 pela manhã e a tarde outro pedido de R$ 1.663,00, novamente, enviando o print da tela do celular como comprovante de pagamento. A dona da loja estava em viajem, assim, a atendente não tinha como comprovar que o dinheiro havia entrando na conta, só percebendo que teria sido vítima de um golpe, quando conseguiu falar com a proprietária do estabelecimento no dia seguinte.

A funcionária e a proprietária da loja tentaram entrar em contato com as compradoras, em um determinado momento foram atendidas, e a acusada disse que já retornaria a ligação explicando o que havia acontecido, porém não foram mais respondidas e foram bloqueadas no Whatsapp. O prejuízo da loja foi de R$2.593,00.

Prezando sempre por ouvir as partes envolvidas, entramos em contato com a acusada, que disse estar espantada e que não havia comprado nada, e que perdeu seu cartão do banco a alguns dias. Ainda disse, que alguém se passou por ela para aplicar um golpe.

Nos prints dos pagamentos, consta o nome da acusada nas quatro transações, porém o pix era falso. A retirada das mercadorias na rodoviária de Tapejara, também foram feitas por uma pessoa de mesmo nome da acusada.

O fato foi registrado na DPPA de Getúlio Vargas.