O delegado Gilmar Bonamigo se manifestou na tarde de quinta-feira, dia 14, sobre a morte de um homem que teve o corpo localizado em Ipira, às margens da SC-390. Foram mais de 40 golpes de faca, de acordo com o policial. A autora se apresentou na quarta-feira e confessou o fato. O ex-marido ajudou a ocultar o corpo. Ambos estão em liberdade até o momento.
O delegado confirmou que a possível autora teria relatado a uma advogada os fatos e indicou onde o corpo estava. Em buscas a Polícia Civil localizou Alexandre José Souza de Oliveira, 33 anos. O corpo estava envolto em lonas e cobertores. O crime teria ocorrido em um apartamento, no centro de Piratuba/SC.
O laudo da Polícia Científica ainda não foi concluído, mas foi confirmado extraoficialmente que a vítima sofreu um golpe de faca no pescoço, atingindo a artéria e levando a vítima a óbito. As polícias Civil e Científica estiveram no apartamento fazendo levantamentos.
Durante o depoimento, a mulher confessou também que o ex-marido, pai do filho dela de 6 anos, não participou do homicídio, mas ajudou a ocultar o corpo, que foi colocado no banheiro para evitar que a criança visse. Ele se apresentou na quinta-feira para dar depoimento.
O crime aconteceu no dia 6 e somente no outro dia o cadáver foi levado e desovado no local. O crime, segundo a autora, teria sido em função de sofrimento psicológico e cárcere privado que ela vivia com o homem, além de ameaças de morte.
Fonte: Atual FM
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RS: Duas mulheres são condenadas por matarem homem queimado
Duas mulheres denunciadas pelo Ministério Público em São Sepé foram condenadas na noite de quinta-feira, 14 de julho, pelo assassinato de Bruno Toledo dos Santos, cometido em 7 de agosto de 2019. Elas foram sentenciadas a 19 anos e 11 anos e 4 meses por homicídio triplamente qualificado.
Conforme o promotor de Justiça Joel Dutra, que atuou em plenário, na noite do crime as duas foram até a casa da vítima e atearam fogo em Bruno. Segundo o laudo pericial, a morte foi causada por carbonização pela ação direta do fogo. Foi constatada presença de fuligem na traqueia e nos brônquios.
O Conselho de Sentença reconheceu as três qualificadoras apontadas na pronúncia. Meio cruel, pela utilização de gasolina e fogo; motivo fútil, já que mataram a vítima por envolvimento amoroso de uma delas com Bruno; e mediante traição, pois uma delas se aproveitou da relação íntima que mantinha com Bruno para atraí-lo até sua casa, onde foi morto.
Fonte: MP RS





















































