Um casal foi preso na quarta-feira, dia 20, após investigações de estupro de uma menina de 12 anos, em Barra Velha, no Litoral catarinense. Segundo o ND Mais, a vítima seria filha do homem e enteada da mulher, e chegou a engravidar durante os abusos que sofreu do próprio genitor, dando à luz um bebê há cerca de seis meses.
Conforme as investigações da Polícia Civil, a própria adolescente denunciou o caso ao Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), relatando que estava sendo estuprada desde os nove anos de idade.
A madrasta da menina queria engravidar, mas estava com dificuldades e teria o desejo de assumir o bebê, segundo a polícia. O casal chegou a dizer que a menina engravidou de um desconhecido, mas um exame de DNA comprovou que a criança é filha do pai da menina.
A adolescente passou um tempo no abrigo e agora está sob cuidados de familiares em outra cidade.
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Pai que estuprava a filha adotiva é condenado a 49 anos de prisão em SC
Um pai que estuprou a filha adotiva por sete anos foi condenado após a Justiça atender ao pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O autor deve cumprir pena de 49 anos, quatro meses e 23 dias de prisão, em regime fechado.
O crime ocorreu no interior do município de Águas Frias, no Oeste de Santa Catarina, entre os anos de 2010 e 2017, quando a vítima tinha entre 11 e 18 anos de idade. A Justiça concedeu ao réu o direito de recorrer em liberdade.
Conforme a denúncia, o condenado, usava da autoridade de pai sobre a filha adotiva e mantinha relações sexuais com ela, chantageando-a e dizendo que retornaria ao abrigo caso contasse para alguém.
Depois que a filha completou 14 anos, o homem também a chantageava com as necessidades da adolescente, como celulares, roupas e o direito de sair com os amigos, em troca dos favores sexuais.
O caso só foi descoberto depois que a vítima completou 18 anos e procurou a delegacia para registrar um boletim de ocorrência contra o pai, em fevereiro de 2018.
Na sentença, o juízo concordou com os fatos narrados na denúncia do MPSC e asseverou que são inúmeras as provas contra o homem. “Demonstra – com segurança ” que o réu praticou diversos abusos sexuais em desfavor de sua filha, em diversas oportunidades, desde quando a vítima era criança até tornar-se adulta, utilizando-se de agressões físicas, ameaças e tortura psicológica em desfavor da filha adotiva”, diz o processo.
Fonte: Oeste Mais





















































