Na tarde desta segunda-feira, 26, um homem faleceu após ser picado por uma cobra na localidade de Capão Grande, no interior do município de Campo Novo.
De acordo com informações preliminares, a vítima estava dentro de um galpão quando foi atacada pelo animal. Ainda não há confirmação sobre a espécie da cobra envolvida no fato.
O homem chegou a ser socorrido, mas já deu entrada sem vida na Unidade Básica de Saúde (UBS) de Campo Novo.
O corpo está sendo encaminhado para necropsia no município de Palmeira das Missões. A Polícia Civil irá investigar o caso para esclarecer as circunstâncias da morte.
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Agricultores de Panambi informaram a Redação da Emissora Sulbrasileira que estão aparecendo cobras venenosas em grande quantidade especialmente na Linha Rincão Frente.
Somente em uma propriedade rural foram localizadas 10 cobras sendo 8 da espécie jararaca e duas urutu-cruzeiro. Os répteis foram capturados e soltos em local distante da residência.
Segundo a informação, na Linha Morengaba, um agricultor foi buscar lenha no galpão e sofreu o ataque de uma cobra urutu-cruzeiro. Ele precisou passar por atendimento médico, permaneceu internado por uma semana e teve um dedo de uma das mãos amputado.
Há informações de que na zona urbana também foram encontrados vários exemplares de cobras especialmente jararaca.
Com a aproximação do inverno, as cobras vão buscar abrigos subterrâneos, como tocas de outros animais (roedores, por exemplo), fendas em rochas, ocos de árvores, embaixo de montes de lenha dentre outros. O objetivo é evitar o frio e o congelamento, mantendo-se em um estado de dormência até a primavera.
De acordo com o Instituto Butantã, a letalidade dos acidentes com jararaca é de 0,4%. Em situações em que o humano picado demora a buscar socorro ou não faz o uso do soro antiofídico, por exemplo, a letalidade subiria para cerca de 20%.
Já a picada da cobra urutu-cruzeiro é grave e pode ter consequências fatais se não tratada adequadamente. A letalidade, ou seja, a probabilidade de morte após uma picada,varia entre 10% e 20% em caso de falta de soro. No entanto, com tratamento adequado, incluindo a aplicação do soro antibotrópico, a taxa de mortalidade é significativamente reduzida.
Fontes Observador Regional e Rd Sulbrasileira
Foto: Reprodução






















































