Um homem de 67 anos foi preso por manter a família em cárcere privado em Venâncio Aires/RS. A prisão ocorreu por volta das 20h30 de ontem, sexta-feira (21). A Brigada Militar chegou a uma casa onde a família estaria em cárcere privado pelo homem, que ameaçava diariamente a sua esposa e filhos com arma e facão, proibindo-os de sair do local e privando a família de diversas formas.
Durante diligências na propriedade da família, os policiais militares localizaram e apreenderam uma espingarda calibre 36 e três facões. Diante dos fatos, o homem foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Venâncio Aires, sendo feito o registro simples e solicitadas as medidas protetivas de urgência.
Créditos: Agora no Vale
Mãe pede ajuda policial para encontrar filha levada pelo pai
Um fato assusta a defensoria pública de Lajeado que trabalha neste sábado, dia 22, em busca de solução para resolver o caso de uma mãe desesperada. De acordo com a defensora Isabel Rodrigues Wexel Maroni o caso é tratado como sequestro. A mãe deixou o pai passear com a filha de 7 anos na quinta-feira, dia 20, por 2 horas. Contudo, até então, ele não retornou com a menina e ninguém consegue localizar o homem.
De acordo com Isabel, o casal é separado e a guarda legal da menina está com a mãe. Devido a um pedido de proteção por violência doméstica, o homem sequer poderia chegar perto da casa da vítima.
Nesta semana antes do caso, o homem que trabalha como caminhoneiro solicitou ao Conselho Tutelar uma autorização para viajar com a filha pelo Brasil. O órgão o aconselhou de buscar o pedido judicialmente mediante a guarda da menina. Mas não foi feito. A defensora Isabel teme que o homem tenha levado a menina para essa viagem ou até mesmo para fora do Brasil.
Neste sábado, a pedido da defensoria a mãe registrou ocorrência para que a polícia intervenha no caso e ajude a localizar a menina. E ainda foi feita uma petição pela defensora para a juíza de Lajeado pedindo urgência na intervenção da polícia. O Ministério Público de Lajeado também já está a par da situação.
Nomes não serão citados para preservar a identidade da criança.
Fonte: Agora no Vale






















































