Com apenas 1 ano e 4 meses, menino enfrenta as consequências de uma grave lesão cerebral e precisa arrecadar R$ 66 mil para realizar o segundo ciclo de um tratamento no exterior.
O que deveria ser a realização de um sonho se transformou em uma luta diária pela vida e pelo desenvolvimento do pequeno Lucca. Muito esperado e desejado pela família, o menino nasceu em uma situação grave: não conseguiu respirar, não chorou ao nascer e precisou ser entubado ainda na sala de parto.

Foram 29 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado gravíssimo, sendo 16 deles em coma. Após receber alta, a família recebeu o diagnóstico de lesão cerebral, epilepsia e perda auditiva.
“Quando saímos do hospital, desmoronou nossa vida”, relata a mãe.
Ao lado do pai de Lucca, com quem está há 12 anos, ela decidiu investir todas as reservas financeiras da família na busca por tratamentos e possibilidades de reabilitação para o filho. O casal, natural de Sananduva/RS, chegou a mudar de estado para buscar atendimento especializado.
“Começamos a usar todas as reservas financeiras que tínhamos construído em 12 anos juntos. Investimos tudo na reabilitação dele”, conta.
Com o passar do tempo, a família precisou vender praticamente tudo o que tinha. A última coisa que restava era um carro, que também foi rifado para ajudar a custear o tratamento. Atualmente, os pais vivem de aluguel, em um apartamento mobiliado, depois de terem vendido seus bens para manter a busca por alternativas para Lucca.
Meses de convulsões e uma rotina de tratamentos
Durante sete meses, Lucca enfrentou uma rotina marcada por crises convulsivas. Em um exame, foram registradas 160 convulsões em apenas 24 horas. Para controlar as crises, chegou a utilizar oito tipos de medicamentos.
Além do acompanhamento médico, o menino necessita de uma série de terapias, incluindo fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, estimulação visual e auditiva, tratamentos intensivos, suplementos, consultas e exames.
Hoje, aos 1 ano e 4 meses, Lucca ainda não consegue sentar sozinho, não sustenta a própria cabeça e se alimenta por sonda.

Tratamento no exterior trouxe primeiros resultados
Na busca por novas possibilidades, a família conheceu o NeuroCytotron, tratamento realizado no exterior e que, segundo os profissionais que acompanham o caso, tem como objetivo estimular processos relacionados à regeneração neuronal, formação de novas conexões e neuroplasticidade.
De acordo com a família, Lucca precisa realizar três ciclos do tratamento para ampliar as possibilidades de desenvolvimento e qualidade de vida.
O primeiro ciclo foi realizado no México, com a ajuda de pessoas que se mobilizaram para contribuir com a família. Após o tratamento, os pais perceberam mudanças importantes no comportamento do menino.
“Depois do primeiro ciclo, ele começou a sorrir, interagir e fazer contato visual”, relata a mãe, emocionada.
Os próximos dois ciclos, porém, precisam ser realizados na Índia.
Família precisa arrecadar R$ 66 mil para o segundo ciclo
O segundo ciclo está previsto para dezembro e, neste momento, a família precisa arrecadar R$ 66 mil para conseguir realizar o tratamento. Para o terceiro ciclo, ainda serão necessários outros R$ 244 mil.
A situação é ainda mais urgente porque Lucca precisa realizar um implante coclear até, no máximo, os 2 anos de idade, que completa em março. Segundo a família, o tratamento com NeuroCytotron é incompatível com o implante coclear. Por isso, existe uma corrida contra o tempo para que os dois próximos ciclos sejam realizados antes do procedimento.
“Ele precisa fazer os dois ciclos antes de colocar o implante, porque depois nunca mais poderá fazer o tratamento”, explica a mãe.
Para os pais, cada avanço conquistado representa uma esperança. Ao mesmo tempo, existe o medo de perder os resultados obtidos até agora caso os próximos ciclos não sejam realizados.
Além dos valores necessários para o tratamento no exterior, a família também precisa arcar continuamente com os custos das terapias, medicamentos, suplementos, consultas, exames e demais cuidados necessários para Lucca.
A família agora busca novamente o apoio da comunidade e de pessoas dispostas a contribuir para que o menino possa continuar seu tratamento.
A história de Lucca é marcada pela luta, mas também pela esperança. Depois de tudo o que já enfrentaram, os pais seguem acreditando que cada oportunidade de tratamento pode representar uma nova possibilidade para o futuro do filho.
A sua ajuda é muito importante, qualquer valor é bem vindo, ajude também compartilhando para que mais pessoas possam conhecer a história e de alguma forma ajudar.
PIX SOLIDÁRIO: 030.655.600-62 (Gabriel Mendes – pai do Lucca)
Ou pela vaquinha do razões para acreditar:
https://vaquinhadorazoes.com/vaquinha/1765557600397×377525872545759200
























































