Motoristas devem se preparar para um novo impacto no bolso: diesel e gasolina podem ter aumento significativo ainda nesta semana em todo o país.
Postos já foram alertados por distribuidoras sobre o reajuste, com previsão de repasse a partir desta sexta-feira (1º).
Alta já é comunicada ao mercado
Segundo informações do setor, os avisos partiram de diversas empresas, com destaque para a Ipiranga, indicando que o aumento deve chegar rapidamente às bombas.
Além dos combustíveis, outro reajuste já confirmado é o dos lubrificantes, com alta média de cerca de 40%.
Guerra pressiona preços internacionais
O principal motivo da alta é o aumento no custo de importação, impulsionado pela tensão no Oriente Médio, especialmente envolvendo o Irã.
O cenário global também foi agravado pelo fechamento quase total do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte de petróleo.
Com isso, o barril ultrapassou a marca de US$ 110, elevando os custos no mercado internacional.
Impacto maior em alguns estados
Os reajustes tendem a ser mais fortes em regiões que dependem da importação de combustíveis.
No caso do Rio Grande do Sul, a presença da Refinaria Alberto Pasqualini, operada pela Petrobras, ajuda a reduzir parte do impacto.
Mesmo assim, a procura de outros estados por combustíveis produzidos no RS pode pressionar os preços locais.
Tendência de pressão no bolso
A expectativa é de que o aumento impacte diretamente:
-transporte
-custo de fretes
-preços de produtos
-inflação geral
O movimento reforça a pressão sobre o custo de vida, principalmente em um cenário de instabilidade no mercado internacional de energia.
Fonte GZH
Imagem Ilustrativa






















































