Uma mulher de 41 anos, que era voluntária da ONG AMA Proteção Animal, de Concórdia, bastante envolvida na causa animal, acabou morrendo no início da tarde de quarta-feira, dia 13, no Hospital São Francisco, em Concórdia.
Letícia Santian foi internada no último final de semana após sofrer uma queda de escada na casa da tia, em Itá, segundo amigos. O acidente doméstico resultou em uma lesão grave na cabeça. A concordiense estava hospitalizada desde então, recebendo orações dos amigos e familiares.
Porém, não resistiu e teve morte cerebral. O falecimento dela foi confirmado pelas redes sociais. A família de Letícia optou pela doação de órgãos, que ocorre ainda nesta quarta-feira, na unidade hospitalar de Concórdia.
Conforme nota de falecimento após o velório seu corpo foi encaminhado para o crematório de Passo Fundo.

Fonte: Oeste Mais │ Fotos: Divulgação
***
Enfermeira encontrada carbonizada teria sido hospitalizada por violência doméstica em 2013
A enfermeira Yara Filomena Werner da Silva de 46 anos, que foi encontrada morta, com o corpo carbonizado em uma área de mata no último dia 4 de abril, já havia sido internada após ter sofrido violência doméstica, segundo o que foi noticiado pelo NSC Total.
Conforme apurado pela reportagem, a hospitalização ocorreu em 2013, como relatado pela própria vítima, em janeiro deste ano, nas redes sociais. Na época dos fatos, ela estaria se relacionando com o atual marido, mas a Polícia Civil não encontrou boletim de ocorrência sobre o caso.
Marido nega o crime
O delegado Ênio Mattos, da Delegacia de Homicídios de Florianópolis, disse em entrevista ao NSC que o marido de Yara já prestou depoimento sobre o caso e negou a participação no crime.
Além disso, o delegado também já havia informado que os primeiros suspeitos são pessoas próximas da mulher.
Durante o depoimento, o companheiro da enfermeira não foi questionado sobre a possível violência que Yara sofreu no passado, justamente por não haver registro formal da parte dela. Porém, conforme aponta nos registros policias, a vítima teria sofrido agressões do marido em 2018. Ela foi orientada a pedir por medida protetiva contra ele, mas Yara não levou o caso à frente.
30 boletins de ocorrência
Em favor de Yara Filomena existiam quase 30 boletins de ocorrência registrados na delegacia de Polícia Civil, segundo o NSC. Esses registros foram identificados somente depois que a mulher desapareceu há algumas semanas.
Os documentos tratavam de situações como ameaças, crises familiares e domésticas, com o atual e ex-companheiros.
Até aqui não houve pedido de prisão de suspeito algum, de acordo com o delegado Ênio Mattos. Ele também afirmou que não foi encontrado, até agora, o telefone celular com o qual Yara estaria no dia em que desapareceu. O delegado chegou a levantar a hipótese de que o aparelho teria sido queimado.
O crime
Yara Filomena Werner da Silva estava desaparecida desde o dia 29 de março, quando saiu para trabalhar em um hospital da capital. O corpo dela foi localizado seis dias depois, carbonizado, no bairro Itacorubi, em Florianópolis.
A mulher foi identificada através da arcada dentária, pois o cadáver estava desfigurado. Ela estava caída em um condomínio fechado não habitado e foi encontrada por um funcionário que realizava serviço de limpeza no local.






















































