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Causa animal: pesquisa indica perfil de agressor e abandonador gaúcho

Diego Camargo

Diego Camargo

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Foto Divulgação/CatDog Erebango

Em pesquisa realizada durante sua graduação em Direito, na Faculdade Estácio/RS, a Médica Veterinária (MV) Gisele Kronhardt Scheffer buscou identificar o perfil do agente agressor e abandonador de animais no Rio Grande do Sul, assim como suas principais motivações e características dos crimes praticados. A partir dos dados levantados, foi possível constatar que a maior parte dos entrevistados – entre MVs, protetores e ONGs – detectou o agente agressor/abandonador como homem, de 20 a 40 anos.


Em relação ao abandono, o estudo aponta que os cães são os animais que mais sofrem, sendo atendidos por 88% dos MVs, enquanto menos de 7% se manifestaram quanto ao atendimento a gatos e outras espécies. Entre as motivações, doença, velhice e ferimento estão entre as mais identificadas respectivamente. Porém, prenhez, comportamento indesejado, deficiência, matriz descartada, compra por impulso e até a “simples” perda de interesse foram percebidos pelos entrevistados.

Já, na coleta de dados sobre os maus-tratos, foi observado que a maioria atendeu animais domiciliados (56,3%), enquanto 37,7% relatou casos de oriundos de rua. Também foi possível perceber o tipo de agressão mais praticado por gênero. Entre os homens, a violência mais comum é o espancamento (63,3%), seguido de privação de atendimento veterinário (62,8%) e acumulação de animais (49,3%). Enquanto, entre as mulheres, é mais frequente a acumulação de animais (64,2%), seguida de privação de atendimento veterinário (61,9%) e privação de água e alimento (41,0%). Sendo que, os questionários apontaram reconhecer 75% dos perfis como gênero masculino e 25% como feminino.

A maior motivação identificada nas agressões foi “negligência ou ignorância em relação ao bem-estar do animal” (69,6%). Porém, foram indicadas, ainda, motivações como “o animal foi desobediente” (28%),  “o animal mordeu ou ameaçou o autor ou um familiar” (20,1%), “o animal pertencia a um desafeto do autor” (19,1%), “surto de embriaguez/drogadição do autor” (16,2%) “briga em família, com agressão a pessoas e ao animal” (13,7%), dentre outras.

No estudo do abandono, a pesquisa qualitativa contou com um universo de 380 questionários preenchidos por Médicos Veterinários, protetores e ONGs do Rio Grande do Sul. Já a temática dos maus-tratos foi trabalhada a partir de uma base de 280 questionários respondidos apenas por MVs. Atualmente, Gisele está conduzindo uma pesquisa nacional sobre o tema. Médicos veterinários de todo o Brasil podem responder a pesquisa através do site https://bit.ly/2Z9SLIm. Já ONGs e protetores podem acessar o questionário pelo site https://bit.ly/2Mjo15S.

Fonte: Usina de Notícias – Assessoria de Imprensa Estácio/RS[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_raw_html css=”.vc_custom_1567074845740{margin-left: 15px !important;}”]JTNDc2NyaXB0JTIwYXN5bmMlMjBzcmMlM0QlMjIlMkYlMkZwYWdlYWQyLmdvb2dsZXN5bmRpY2F0aW9uLmNvbSUyRnBhZ2VhZCUyRmpzJTJGYWRzYnlnb29nbGUuanMlMjIlM0UlM0MlMkZzY3JpcHQlM0UlMEElM0MlMjEtLSUyMGFudW5jaW8lMjBlbSUyMGJhaXhvJTIwZGElMjBtYXQlQzMlQTlyaWElMjAtLSUzRSUwQSUzQ2lucyUyMGNsYXNzJTNEJTIyYWRzYnlnb29nbGUlMjIlMEElMjAlMjAlMjAlMjAlMjBzdHlsZSUzRCUyMmRpc3BsYXklM0FibG9jayUyMiUwQSUyMCUyMCUyMCUyMCUyMGRhdGEtYWQtY2xpZW50JTNEJTIyY2EtcHViLTk4NDY4MjQ3MzkzMDkwMTIlMjIlMEElMjAlMjAlMjAlMjAlMjBkYXRhLWFkLXNsb3QlM0QlMjI0MTM2MTU3ODQwJTIyJTBBJTIwJTIwJTIwJTIwJTIwZGF0YS1hZC1mb3JtYXQlM0QlMjJhdXRvJTIyJTBBJTIwJTIwJTIwJTIwJTIwZGF0YS1mdWxsLXdpZHRoLXJlc3BvbnNpdmUlM0QlMjJ0cnVlJTIyJTNFJTNDJTJGaW5zJTNFJTBBJTNDc2NyaXB0JTNFJTBBJTIwJTIwJTIwJTIwJTIwJTI4YWRzYnlnb29nbGUlMjAlM0QlMjB3aW5kb3cuYWRzYnlnb29nbGUlMjAlN0MlN0MlMjAlNUIlNUQlMjkucHVzaCUyOCU3QiU3RCUyOSUzQiUwQSUzQyUyRnNjcmlwdCUzRQ==[/vc_raw_html][/vc_column][/vc_row]