Uma das maiores estelionatárias do País é presa; Mulher possui 7 CPFs e tem entre as vítimas de golpes uma ministra do STJ e uma desembargadora do Estado da Bahia

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A Polícia Civil de Campina Grande, na Paraíba, prendeu na terça-feira, dia 21, Adriana Maria de Oliveira Furtado, 55 anos, considerada uma das maiores estelionatárias do Brasil.

A mulher é suspeita de aplicar golpes em vários estados do País e foi detida quando estava em uma agência de cooperativa de crédito tentando se passar por uma cliente. Adriana Maria de Oliveira Furtado já foi presa outras duas vezes pelo mesmo crime e responde a 51 processos, de acordo com a Polícia Civil. Era procurada por vários estados.

O delegado Demétrius Patrício afirmou, em entrevista coletiva, nesta quarta-feira (22), que Adriana é suspeita de praticar estelionato desde os 18 anos e que tem um patrimônio avaliado em R$ 10 milhões.

Ainda conforme a Polícia Civil, a mulher possui 7 CPFs e tem entre as vítimas de golpes uma ministra do STJ e uma desembargadora do Estado da Bahia. A suspeita tem processos na Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo e Santa Catarina.

Segundo o superintendente da Polícia Civil de Campina Grande, delegado Glauber Fontes, as polícias de outros estados informaram que Adriana estaria em Campina Grande e que tentaria aplicar golpes em agências bancárias. A partir disso, a Polícia Civil montou uma estratégia para tentar localizá-la. O delegado explicou, ainda, que a investigada falsificava documentos e fingia ser cliente de agências bancárias para pedir saques. Ela já havia aplicado um golpe na cidade de Campina Grande em 2020, no valor de R$ 20 mil.

Procurada, a Polícia Civil de Santa Catarina informou que está da ciente da prisão da estelionatária ocorrida na Paraíba.

“A suspeita possuía inquéritos policiais em várias cidades do País, tendo inclusive sido investigada também pela DEIC. Em SC, os casos mais recentes ocorreram nas cidades de Blumenau, Brusque, Apiúna e Gaspar”, informou a Polícia Civil de SC por meio da assessoria de imprensa.

Fonte: ND+

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